segunda-feira, 11 de maio de 2009

Dia das Mães

Neste domingo Mamãe Paixão e eu celebramos juntos nosso primeiro "Dia das Mães".

A pequena Maria Alice mexeu bastante na barriga quando sua mamãe recebeu o kafta (tipo de vestimenta indiana) e o par de brincos que eu dei. Não funcionaram muito bem os presentes - a roupa era muito grande - mas valeu a intenção, e ainda dá para substituir por uma outra com melhor caimento.

Foi um Dia das Mães no sentido figurado, já que nossa pequena jóia não está conosco ainda. Mas foi o suficiente para me pegar imaginando o futuro: nós dois, Maria Alice e eu, no shopping, fazendo compras para a outra querida mulher da casa. Ela toda animada tentando escolher o que a mamãe iria gostar e eu mais "rabugento", com vontade de decidir logo e ir pra casa. E será que conseguirei resistir aos apelos da minha linda filha pedindo algo para sua mãe? Acho que não...

Tradicionalmente não gosto de datas comerciais. Tirando o Natal e a Páscoa, que têm sentido religioso (para poucos ainda, infelizmente), tenho a tendência a não me empolgar com as outras comemorações que, mesmo que criadas com nobres intenções (como o foi o Dia das Mães), se converteram em desculpa para gastar.

Gosto mesmo é da surpresa, do inesperado. No primeiro aniversário de Mamãe Paixão em que estive com ela a presenteei com um par de ingressos do Cirque do Soleil escondidos em um livro, um outro presente. No segundo, durante todo o dia e a cada canto da casa, ia tirando embrulhos diferentes, sem parar. Durante o namoro - e um pouco até hoje - surpresas vão aparecendo, a maioria viagens, coisa que ambos gostamos de fazer. Viagens? Ah, esse é assunto do próximo texto, até já!

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