quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Geração Saúde

Nem 10 dias de vida e já tenho que pensar no plano de saúde da Maria Alice. Como é que pode isso?

Cresci utilizando a saúde pública, fui ter um plano privado apenas aos 27 anos, acho que já comentei sobre isso aqui. O mesmo vale para Mamãe Paixão, que também passou a ter plano de saúde só com 18 anos.

Mas os tempos são outros, não tem jeito, então estamos pesquisando as opções disponíveis e verificando o que nos é e o que não nos é possível, dadas as condições financeiras e os planos atuais que temos.

Perguntinhas ridículas que me fiz nesses dias:

- Como pode haver carência para bebês? Sério, como é que é possível se determinar a carência em planos de saúde para bebês recém-nascidos?

- Por quê tão caros os planos? É no mínimo 2/3 do valor do meu plano, um absurdo, um exagero. São bebês...

Já não bastava eu não poder ter incluído o parto no meu plano, agora tenho que me preocupar com carências e valores astronômicos.

Efetivamente não gosto de saúde privada. Gostaria de ver o SUS funcionando plenamente e a todo o vapor. Muito mais digno, justo e humanitário. Não sei se chegaremos lá. Fiquemos, então, dependentes do sistema...

Um comentário:

  1. Olá. No meu planod e saúde, se eu colocasse o Deco até um mês de vida como meu dependente, ele não teria carência. Não sei se é regra seria a mesma para o plano do Carlos. Àz vezes comepnsa deixá-la no plano da Mara e depois transferir para outro sem carência. É meio caro mesmo. No meu plano, o dele é até mais caro que o meu. Pode? E a gente nunca usou... A pediatra é particular e só peço o reembolso, que é 25% do valor da consulta. Mas também... que preço não vale a nossa tranquilidade. Beijos

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