segunda-feira, 29 de junho de 2009

Pedido

Energia. Mandem energia, muita energia. Se acreditarem em Deus, rezem um pouquinho por nós.

Mamãe Paixão está passando por algumas dificuldades. Pode não ser nada grave, não sabemos, mas está sentindo dores na barriga já faz alguns dias.

Também pode ser só efeito da gripe que ela está desde a semana passada, e a reação alérgica que teve ao cheiro do verniz na quarta, culminando com uma visita ao hospital de madrugada.

Ainda assim, estamos com um pouco de medo. As dores são constantes e a barriga dela fica dura algumas vezes por dia. A sua médica, última sexta, disse que eram contrações e que aquilo não seria normal. Mamãe fez um exame neste final-de-semana e deu que está tudo normal, ainda bem. Mas as dores persistem.

Como marinheiros de primeira viagem fica tudo mais difícil. O medo de algo dar errado é grande. Mamãe Paixão ainda não consegue ficar em repouso total porque tem compromissos profissionais até o meio de julho. Não é o que eu gostaria que ela fizesse, mas entendo.

Estamos apreensivos, temerosos.

Neste sábado teremos o Chá-de-Bebê. Vamos nos divertir, "assar uma carninha", ter bons momentos. Será um espaço de compartilhamento coletivo para aliviar os ânimos. A casa está quase pronta, será que conseguirei deixar tudo certo a tempo?

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Chupando um Chicabon

Grávidas não têm vida social.

É um exagero, claro, mas à medida que os meses vão passando e a barriga crescendo, fica cada vez mais difícil para a família conseguir se dedicar a outras atividades que não as relacionadas com o futuro bebê.

Em casa, agora, só pensamos no quarto da Maria Alice, nas roupinhas, no chá-de-bebê, no hospital, etc. Quase não temos mais tempo para cuidar de nós mesmos, o que não é legal.

Pensando nisso, fiz uma surpresa pra Mamãe Paixão esta semana: comprei um par de ingressos para assistirmos Vestido de Noiva, peça escrita por Nelson Rodrigues que está em cartaz até o início de julho.

Mamãe Paixão adora Nelson. Já atuou nessa mesma peça quando era atriz, leu quase tudo o que ele escreveu na dramaturgia, tem um DVD com uma compilação de interpretações de textos dele (presente meu!), livros, etc. Eu mesmo também curto bastante.

Além disso, a atual versão no teatro é do Gabriel Villela, diretor que Mamãe Paixão gosta e acompanha já há muitos anos, tendo presenciado muitas das suas peças. Tirando Calígula, que ela não aprovou muito, todas as anteriores foram memoráveis. Eu, infelizmente, e se a memória não me falha, não fui a nada dele ainda.

Nelson Rodrigues era um escritor polêmico para sua época, mas atualíssimo hoje em dia. Seus textos são simples e inteligentes, suas tiradas geniais, o estilo único. Nelson é Nelson. E nesse sábado eu e Mamãe Paixão vamos deixar a miúda Maria Alice um pouquinho incubada no ventre (mas nunca esquecida) e vamos curtir um momento cultural só nós dois, o que há muito não fazemos. Ao teatro!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Confirmações aqui!

Coloquei a lista do chá-de-bebê no GoogleDocs e mandei vários convites por aí. Comecei usando a minha lista de contatos do próprio gmail, por isso não deixem de me avisar para que eu mande o acesso ao arquivo pra quem não recebeu.

Vamos ver se funciona. Já estou tendo algum retorno. Muito complicado isso da lista do chá-de-bebê. Poderíamos só indicar o que cada um "deve" trazer. Mas esse sentido de obrigação não faz muito o nosso estilo. Traz quem quer, traz o que quiser. Contribuir, o espírito é de solidariedade, de companheirismo, de compartilhar a felicidade de um novo nascimento.

O chá será a partir das 16 horas do dia 04 de julho, estamos arrumando a casa para ficar tudo em ordem.

Começarei hoje a mandar os convites por e-mail, com o mapa da casa na São Judas. Por questões de privacidade e segurança, não pubiclarei o endereço no blog.

É importante confirmar a presença, porque isso afeta a quantidade de carne, cerveja, refrigerante, salgados, etc., a ser comprados. Queremos muito bem acomodar todos os convivas.

Confirmações podem ser no próprio blog ou no e-mail jpverg@hotmail.com. Valeu!

terça-feira, 23 de junho de 2009

Devagar

Mamãe Paixão adentra por esses dias a 31ª semana de gravidez e nossa vida vai ficando cada vez mais agitada e devagar.

Agitada porque estamos correndo para deixar tudo pronto para a chegada da Vergueirinha, recebendo os móveis, arrumando a casa, trocando a fiação (é, preciso de um eletricista!), cuidando do chá-de-bebê, etc.

E devagar porque a energia de uma mulher que carrega uma vida em seu ventre é outra, é mais serena e mais pacífica.

Mamãe Paixão se cansa mais agora, tem um ritmo diferente. Demanda mais atenção e cuidado. Não carrega peso, não faz esforços excessivos, não testa seus limites. Bem distante da mulher que meses atrás subia tecidos em apresentações circenses e que, bem, vou confessar, às vezes era até mais forte do que eu.

Não é que ela não queira fazer circo, ela sente vontade e saudades. Nossa filha, se depender dos pais, tem tudo para ser uma artista como a mãe.

Neste último domingo de noite, antes de dormir, eu estava atrasado com os afazeres domésticos e profissionais (são só 300 provas para corrigir) e lia o jornal que já deveria ter sido explorado logo pela manhã. Do andar de cima, no quarto, ouvi uma voz a me chamar "João, quero dormir com você".

Era Mamãe Paixão. Não queria cair no sono sozinha, sem minha presença para abraçá-la. Obedeci. Ganhei a noite. E dormi embalando os sonhos das minhas duas mulheres.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Infâmia

Uma das frases mais ouvidas quando um homem conta para os amigos que será pai de uma menina, é também a mais infame de todas:

"Vai deixar de ser consumidor e passar a ser fornecedor!"

Aprendi, nesses meses todos, como é incômodo ouvir essa frase repetidas vezes. Eu é que não falo mais...

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Chá Mais

Faremos uma lista no google docs então, vamos testar essa nova tecnologia. Nesse momento, não tenho nem idéia de quantas pessoas participarão, muito menos os presentes que Maria Alice receberá.

O chá-de-bebê será um evento multisexo. Pode vir quem quiser, é só confirmar. Tem mães que fazem encontros só de mulheres, mas não é o nosso caso. Aliás, tampouco o chá-de-bebê será tão tradicional como os que eu ouço falar e vejo nos programas de TV, com brincadeirinhas de "adivinhação de presentes", etc. Agora, se quiserem jogar Wii, tá liberado!

Qual o horário normal de um chá-de-bebê? Não sei, parece-me que acontecem de tarde. Em casa vamos começar de tarde sim, mas sem pressa para terminar. Iniciamos as 16 horas? Está bom pra todo mundo? O pessoal vai chegando, conhecendo o quarto da Vergueirinha (tô animado em deixar tudo pronto!), batendo papo, comendo, bebendo, etc.

Vai ter uma cervejinha também, porque é momento de celebração social e os amigos gostam. Mamãe Paixão, naturalmente, está proibida de tocar a cevada.

Patês e crepes? Vamos ver, vamos ver. No que mais eu preciso pensar para organizar um chá-de-bebê com os amigos do Papai Vergueiro? O que será que estou esquecendo?

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Listas

Definida a data do chá-de-bebê (4 de julho, por sinal), começam os preparativos.

No ar no blog já há algumas semanas, pergunto em uma pesquisa a opinião dos amigos sobre o que se deve sugerir como presente para os que comparecerem ao evento de celebração pré-nascimento. Está vencendo, de longe, a opção de que seja indicada uma lista para escolha.

Aqueles que acompanham estas linhas desde praticamente o seu início vão lembrar também que cheguei a sugerir que, ao invés de termos presentes físicos, os amigos doassem dinheiro ao Amparo Maternal, uma instituição em São Paulo que dá apoio à mães carentes e necessitadas para que tenham uma estrutura digna durante a gravidez e inclusive por um período após o parto. Essa opção sequer entrou na pesquisa.

A verdade é que, como em praticamente tudo na vida, há convenções sociais também para se ter um bebê. Está certo, vivemos em sociedade, e há expectativas que temos que são muito parecidas para todos. Um bebê vai nascer, a vida mais uma vez será celebrada, e as pessoas gostam de dar presentes. Por que se recusar a aceitá-los?

Assim, o problema agora fica em como fazer a gestão da lista. Pera aí, que lista? Como é que os pais, principalmente em nosso caso, de primeira viagem, vão poder dizer com precisão quais ítens que eles precisarão de verdade e quais são meros caça-níqueis de papais animados e pimpões?

Mamãe Paixão está me ajudando, claro. Aliás, é ela quem manda nisso tudo.

Não queremos fazer lista em site de produtos infantis. Não queremos amarrar nossos amigos em um determinado fornecedor. Ao mesmo tempo, não posso simplesmente publicar aqui uma lista de produtos que precisaremos e que nos agradaria receber como presente no dia do chá-de-bebê. Corro o risco de ganhar três porta-mamadeiras térmicos e nenhum babador plastificado. E aí?

Já que não temos nenhuma amiga organizando o chá-de-bebê (deveríamos?) e eu particularmente acho deselegante pedir para as pessoas mandarem um e-mail dizendo que presente querem trazer, ficamos em um beco sem saída. Ou não.

Alguém aí conhece algum site com tecnologia que nos permite indicar os produtos interessantes para o cuidado da Maria Alice e, ao mesmo tempo, possibilita aos convidados riscar da lista aqueles que vão trazer, evitando duplicidades? HELP!

domingo, 14 de junho de 2009

Homenagem às Mamães

Esse final de semana foi todo delas, das Mamães!

Conheci no sábado de noite a Renata, mãe da Rafaela, minha sobrinha e filha de seis meses do João Ligeiro, como meu irmão era antigamente conhecido entre os Vergueiros. Bem-vindas à família, Renata e Rafa, sintam-se em casa, de nós receberão todo apoio, amor e carinho!


Um pouco antes desse encontro, no Santa Joana, visitamos a Marisol e sua linda filha Bianca. A Marisol é uma grande amiga de longa data, da época do movimento estudantil e da militância partidária. Juntos tivemos ótimos momentos com muita diversão e, principalmente, conversas e debates inteligentíssimos. Estar com a Marisol e com o Gilberto, seu esposo, é saber que você pode passar horas em boa companhia e bom papo sem se cansar. Parabéns aos dois pela linda filha que, com certeza, dividirá muitos momentos de diversão e alegria com a Maria Alice (e com a Rafaela também!).


Às duas novas mamães o meu carinho, amor e felicidades. Sempre que fico sabendo de pessoas tão dedicadas que decidem levar adiante a decisão de ter um filho ou uma filha, me emociono e sensibilizo. São mulheres iluminadas, agraciadas, cheias de vida. São mães, e às mães devemos nosso apoio incondicional.

sábado, 13 de junho de 2009

O Cafofo de Alice

As fotos abaixo mostram o futuro quarto de Maria Alice. Está todo bagunçado, não reparem.

Parte do meu trabalho nas próximas semanas será deixar o espaço pronto para quem está vindo. O berço e a cômoda chegam hoje (ou melhor, deveriam chegar, estão atrasados!). A bicama semana que vem. A rede já está conosco, bem como alguns quadros e muitos, muitos presentes que recebemos até agora.

Estou empolgado, a casa está toda em mudança. Compramos geladeira nova, tapete, cômoda para a televisão, vamos escolher uma mesa e um móvel pra cozinha e acabei de montar a cama - com direito a baú - que encontramos no Bazar Samburá do Lar Escola São Francisco.

Maria Alice vai chegar em uma casa quase nova, prontinha para recebê-la com muito amor e carinho!


quarta-feira, 10 de junho de 2009

Papai Canguru


Ontem Mamãe Paixão comprou um canguru, um equipamento como esses acima onde os pais podem andar carregando seus bebês e ter as mãos livres. O nome do equipamento é auto-explicativo.

Pode parecer exagero ou ilusão, mas uma das memórias mais antigas que tenho é de ser carregado em um produto desses, de pano cor azul, na Avenida Jabaquara, em frente à Igreja de São Judas. Eu não devia ter nem um ano de vida.

Talvez não seja memória sobre mim. Provavelmente era meu irmão sendo carregado e eu mais velho ao lado. Talvez até minha primeira irmã, eu com três anos de vida, não sei. Mas era nosso pai conosco.

Desde então, nunca mais vi esses produtos por aí. Tudo bem que não me preocupei em procurá-los na rua, mas se não estou equivocado foi só nos últimos anos em que eles voltaram à moda, em particular um modelo de tecido que parece uma faixa (ou rede) que cruza o tronco do pai/mãe de cima pra baixo e embala a criança.

Fico feliz com isso. Acho esse produto uma forma de aproximar os pais aos filhos, transferir calor, carinho, contato. Reproduz a maneira dos cangurus e retoma uma antiga tradição humana das mães carregarem seus recém-nascidos junto a seus corpos, envoltos, e não em carrinhos.

Estou feliz com a aquisição de Mamãe Paixão, quero usar e passear com a Vergueirinha por aí!

terça-feira, 9 de junho de 2009

Paternidade

Estou pesquisando na internet para o meu irmão o que é preciso fazer para reconhecer a paternidade de uma criança estando ele no estrangeiro. Precisa vir ao Brasil? Pode fazer a distância? Bem, procuração creio que ele não deixou, então alguma ação terá que ser feita.

Na pesquisa deparei-me com o Projeto Pai Legal (www.projetopailegal.org.br), uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo com a Associação dos Registradores de Pessoas Naturais de São Paulo que tem como objetivo estimular o reconhecimento voluntário de paternidade e adoção unilateral. Vale a divulgação!

Sei que é uma realidade brasileira e mundial que muitas crianças não são reconhecidas por seus legítimos pais, muitas vezes sequer sabem quem foram. Mas acho tão difícil compreender isso...

Não entendo como é que alguém pode rejeitar um filho seu, produto da sua capacidade de gerar vida e alegria. É algo tão natural, que não precisamos aprender, já que somos preparados biologicamente a realizar.

Como dizer não a um filho seu? Como virar o rosto a quem carrega sua herança genética e seu sangue? Eu não teria essa capacidade. Me sentiria ferido, arrasado, se não pudesse fazer tudo por meus filhos, se não puder estar à altura do que a Maria Alice precisa ter como pai. Quero estar do lado dela e dos que vierem depois. Quero ser presente, ser constante. Compartilhar alegrias, compartilhar angústias. Brigar, ralhar, corar, sorrir, chorar. Quero só ser pai. Como alguém pode não querer isso?

segunda-feira, 8 de junho de 2009

4 de julho!

Data em que se comemora a Revolução Americana, evento responsável por apresentar ao mundo a democracia como forma de governo possível, o 4 de julho de 2009 ficará marcado como o dia do chá-de-bebê de Maria Alice Paixão Vergueiro.

Na ocasião, será apresentado aos convidados o futuro quarto da nova bebê. Aqueles que ainda não tiveram a oportunidade, poderão finalmente conhecer a própria Mamãe Paixão, no início do seu oitavo mês de gestão e com uma barriga cada vez maior.

O chá-de-bebê será realizado na nossa casa, na São Judas, sábado dia 04 de julho. Agendem-se desde já!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Reflexões

Quanto dinheiro se precisa para criar um filho?

Nos últimos dias, tenho refletido bastante sobre o tipo de estrutura financeira que os pais devem ter para cuidar de uma criança. Em particular, penso na questão da estabilidade.

A vinda da Maria Alice fez ressurgir em mim uma vontade de maior independência. Precisamos realmente ter um emprego fixo, como hora para entrar e sair? É possível se sustentar hoje em dia com um horário e trabalhos flexíveis? Não sei se existem respostas consensuais a estas perguntas, mas tenho certeza que gostaria de ter mais tempo livre para ficar com a minha filha.

Como assalariado, tenho hoje renda maior que a do meu pai quando este tinha quatro filhos para cuidar. O mesmo vale em relação à minha mãe e Mamãe Paixão. Não precisei de luxo para ser educado por meus pais. Não tínhamos de tudo, mas o que tínhamos nos fazia felizes. Éramos uma família.

Atualmente, no entanto, o padrão da sociedade mudou. Gasta-se com internet e celular, isso não existia antes. Planos de saúde são quase mandatórios, e olha que eu e meus irmãos nascemos em hospitais públicos. Televisão a cabo não existia também (é desnecessário, eu sei). Tampouco o transporte e a alimentação pesavam tanto no orçamento. São outros tempos, é outra realidade.

Após o parto, Mamãe Paixão ficará seis meses em casa. Não me sinto carregando todo o peso do mundo para manter a infra-estrutura familiar, mas sei que pelo menos não devo furar com minhas responsabilidades.

Posso ter estabilidade financeira, posso não ter. Posso ser regrado pelo sistema trabalhista, posso não ser. Posso estudar, posso não estudar. São reflexões que faço. São reflexões que faço.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Dois são três

Falei pouco de Mamãe Paixão no blog.

Na próxima semana vamos fazer dois anos juntos. Nos conhecemos em uma casa noturna de samba-rock chamada Teatro Mars. Fica no Begixa, bairro italiano de São Paulo, e era um antigo teatro que foi convertido em balada.

Não danço samba-rock. Por um ano fiz aulas de dança de salão (ah, q saudades!), mas nunca de samba-rock. Não foi por isso que nos conhecemos.

Quando vi chegando pela avenida um Supermini vermelho, da Gurgel, com uma moça dentro dele, já sabia quem era. Nos conhecemos ainda na calçada, antes de ingressar na casa. Não me lembro se ela chegou a dançar com alguém, acho que não, passamos boa parte da noite apenas conversando. Até a hora em que eu avancei...

Mamãe Paixão me deixou com um certo respeito reverencial no começo. Achei-a muito "areia para o meu caminhãozinho", achei que eu seria só distração, muito imaturo, vivendo outra realidade. Por isso mesmo não liguei de volta, não fiquei em cima. E ela me ligou. Do SESC.

Fomos no final de semana ver o Boi, uma celebração que tem no Butantã a cada quatro meses. Nosso segundo momento ainda estávamos distantes, mas a partir de então não paramos de nos encontrar. Era todo final-de-semana, quase sem exceção: eu e ela trabalhávamos direto e ficávamos juntos sexta, sábado e domingo.

Com um mês de encontros mandei-lhe flores e ela foi comigo a um casamento. No segundo mês viajamos juntos. Pouco a pouco fomos nos enrolando, nos envolvendo. Agora ela será a mãe da minha filha e eu o pai da filha dela. Um casal, compartilhando não só um teto ou uma relação. Criando vida.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Porta-cachaça

Carrinhos de bebê. Eis outro item no qual temos colocado bastante atenção.

Os pais de primeira viagem que vão a uma loja de produtos infantis ficam perdidos com tantas opções e modelos que existem para os seus recém-nascidos. Alguns deles (os carrinhos, não os pais!) se fecham como guarda-chuvas, outros possibilitam que sejam empurreados com a criança voltada para a mãe ou virada pra frente, têm compartimentos para as fraldas, entrada para o bebê conforto, três ou quatro reclinações, etc.

Da minha parte, gostei de um detalhe que vi em algumas das opções: o porta-cachaça.

Certos carrinhos vêm com porta-garrafas, sejam eles para as mães / pais ou para os bebês. E fica assim: a criança carrega sua mamadeira no seu suporte próprio e o papai leva sua biritinha no espaço adequado. Não é uma boa?

Tirando a brincadeira, e já tendo discutido um pouco isso com Mamãe Paixão, estamos pensando em comprar um modelo um pouquinho mais completo, com porta trecos também (para por as chaves, por exemplo) e encaixe do bebê conforto. Aliás, provavelmente vamos adquirir o carrinho e o bebê conforto juntos.

Meu irmão ia nos dar o carrinho como presente para Maria Alice. Mas, em considerando o post abaixo, acho que agora ele tem outras preocupações maiores. Então vai ser por nossa conta mesmo. Mas não é despesa, é investimento!