sábado, 9 de janeiro de 2010

Galeão Cumbica


- É para eu seguir para lá com a bebê?
- Ah, o Sr. está com uma bebê? Não, pode ir direto então.

Foi como consequência do diálogo acima que nós evitamos ter que perder mais tempo no aeroporto de Cumbica, em São Paulo, tendo que fazer um raio-x da nossa bagagem para verificar se não estávamos ultrapassando os limites legais de bens adquiridos no exterior.

Ter um bebê em mãos facilita muitas coisas quando se precisa pegar filas, retirar documentos, etc. Já falamos sobre isso no blog. E de qualquer forma não tínhamos nada a temer, porque eu não trouxe um iPhone escondido na mala e não tínhamos mesmo superado o teto de compras, que me parece que são de 300,00 dólares apenas.

Bem, chegamos! Teve um pequeno atraso na volta por causa do vôo, parece que Guarulhos estava com pane no sistema (vai demorar muito para que o Aeroporto Internacional de São Paulo seja superado como o pior de todos os internacionais que já conheci), mas, enfim, pegamos o vôo e chegamos às 22:15 em casa.

Maria Alice esteve calma mais uma vez, uma maravilha. Mamãe Paixão notou algo de especial nela, como se ela se recolhesse no pouso e na decolagem, se retraísse, e tanto na ida como na volta ela mergulhou no colo e peito da sua mãe e não chorou, apenas aguardou o avião se estabilizar.

Foi bom, estamos tranquilos agora. Valeu a pena ir e nossos receios não se confirmaram, aproveitamos para sair da rotina, para conhecer um novo lugar e gastar as milhas da TAM. Vamos então marcar a próxima, porque parada é que a Maria Alice não quer ficar!

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