sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Sorvete na Ribeira

Estamos em Salvador! 

Mamãe Paixão chegou com Maria Alice na terça-feira de tarde, e eu apenas nesta quarta de noite, e juntos estamos agora a família toda a curtir a cidade que sediou a primeira capital brasileira.

Eu estou a trabalho, na verdade, o que é sempre uma boa desculpa para gastar um pouco mais e trazer as meninas para passear. Vovó Paixão veio junto dessa vez, além do Arquimedes, amigo da família.

Passo o dia inteiro trabalho, inclusive no sábado, e elas ficam na piscina, na praia, no Pelourinho. Olha só o que andam fazendo:



terça-feira, 26 de outubro de 2010

Dicionário Alice


O que Maria Alice já entende das palavras que falamos:

- Chocolate
- Papai
- Mamãe
- Zé
- Chocolate
- Água
- Leite
- Bolacha
- Comer
- Vovó
- Chocolate
- Galinha Pintadinha
- Sapato
- Carinho
- Beijinho
- Bola
- Mamar
- Cocoricó
- Remédio
- Brinquedos
- Foto

... e muitas outras, além de chocolate, claro!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O gato comeu?


Aos 8, 9 meses de vida, Maria Alice já falava português. Quer dizer, já falava "papá", "mamá", "zé", ou sons assim que considerávamos palavras.

Mas isso foi lá, com 8, 9 meses. Agora a filhota já não fala tanto e age quietinha (menos quando chora, claro).

Culpa disso é nossa, que não a estimulamos e atendemos seus pedidos quando ela simplesmente aponta algo que quer. Acho que a outra parte da culpa é dela mesma, que está no momento se desenvolvendo em outras áreas e menos na fala.

Vamos ver como andam as coisas. Fiquei cinco dias fora de casa e estou com saudades da Maria Alice. Surpreendentemente, na véspera da minha partida, ela falou sem parar por uns dois minutos. Rimos demais de surpresa. Abre a boca,filhota!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Brincando de Casinha


Como é que pode um bebê já entender o que é "brincar de  casinha"? Será que é só por observar seus pais fazerem as tarefas em casa que ele passa a imitar, ou é característica inata?

Maria Alice, por exemplo, já aprendeu. Varre a casa com sua mini-vassoura e carrega sua cestinha de louças de plástico pela casa. Às vezes até coloca uma bolsa no ombro e sai por aí andando como se fosse fazer compras.

Conversando com Mamãe Paixão ela comentou que se dermos brinquedos para um menino eles farão parecido, mas que acabamos condicionando as meninas a agirem mais como as suas mães. Bem, eu não sou assim. Não é de propósito, é apenas natural, mas sabem o que faço? Jogo bola com a Maria Alice, pego ela e a jogo no ar, etc.! Ficamos minutos nos divertindo juntos, porque na verdade o que eu gosto mesmo é de vê-la gargalhar

sábado, 16 de outubro de 2010

Cascuda


Se tem algo que não mudou para a Maria Alice nesse um ano e dois meses desde que nasceu é o prazer que ela tem em tomar banho. Como adora a água essa menina!

Puxou a mãe, é claro, porque se dependesse de mim eu nem lembraria de levá-la à banheira todas as noites.

Mas ela vai toda feliz, deixa a gente tirar sua roupa, pula na água, brinca com os bonecos, pega o sabonete para se limpar, escova os dentes molhando a escova na água a cada 3 segundos, e levanta direitinho na hora de sair. Puxou a mãe, é claro...

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Circo de Bonecos


Semana Cultural da Maria Alice, aproveitando também o Dia das Crianças:

- Visita à Bienal de Artes, na quarta passada;
- Apresentação de dança para crianças no Itaú Cultural, domingo;
- Show teatral Circo de Bonecos no SESC Vila Mariana, hoje, feriado;

Na Bienal ela fez birra, a dança ela gostou no começo e depois cansou, e o teatro ela adorou, mas no meio da peça me viu de longe e perdeu a concentração.

Foi só o começo. Não faltará arte e cultura na vida da filhota, e nós estaremos lá para garantir isso. Já estou me preparando, tem muito teatrinho infantil pela frente!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Papai Grande Irmão

 
Quero colocar um GPS na Maria Alice, posso? Um GPS, um aparelho de rastreamento global, onde eu consiga encontrá-la em qualquer lugar do mundo a partir das informações de satélite, caso alguma coisa grave aconteça.

Existe isso (além dos chips nos celulares)?

Pensei na possibilidade, que até para mim soa um tanto exagerada, após ler um artigo recente em uma revista semanal sobre crianças e adultos desaparecidos e sobre o sofrimento dos seus familiares. É uma dor - não poder estar com seu filho e não saber o que aconteceu com ele - que eu não consigo chegar perto de imaginar o tamanho, mas que não quero ter jamais, e que me faz solidarizar com aqueles que hoje dela padecem.

Por isso, para me precaver de qualquer risco, lembrei de algo que eu já tinha pensado muito antes da Maria Alice nascer, quando ainda só sonhava em ser pai: colocar nos meus filhos algum tipo de rastreador discreto, imperceptível, que me desse a tranquilidade de saber onde eles estão a qualquer momento de necessidade.

Já ouvi falar de chips implantandos na pele, mas considero essa possibilidade, é invasivo demais. Um brinco, talvez? Uma pulseira? Existe? E será caro? Ou um medo exagerado da minha parte? Alguém já ouviu falar sobre isso?

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Casa Grande e Senzala


Estamos na iminência de trocar de casa. Trocar ou comprá-la, talvez, pois caso o locador do nosso imóvel queira vendê-lo teremos prioridade na aquisição e aí consideraremos o assunto.

Faz quatro anos que ocupo a casa na São Judas, uma boa parte do tempo inicial morando sozinho e finalmente dividindo-a com Mamãe Paixão, logo após ela descobrir a gravidez e nos unirmos em família. Não é o lugar dos meus sonhos, mas é uma residência agradável e extremamente bem localizada na cidade.

O que é a casa dos meus sonhos?

- Ampla, com quintal e jardim, sem paredes geminadas e muito verde e espaço para as crianças brincarem e os cachorros (e talvez gatos também) se distraírem. Em rua de pouco movimento, próxima ao metrô e segura.

E será pedir muito? Sim, é pedir muito, muito dinheiro, algo que não temos disponível no momento.

Nunca pensei em ter uma casa, mas o nascimento da Maria Alice mudou essa convicção. Agora, a vontade é oferecer a ela o máximo possível de espaço para que cresça livre, leve e solta. Mas vai ser difícil, e a realidade é mais limitante do que eu gostaria.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Dia de Eleição


Hoje foi dia de eleição, e saímos para votar a família toda. Maria Alice não estava com uma cara muito animada, mas era compreensível, pois há três dias tem tido uma febre constante.

Na escola, cena curiosa: descobrimos eu e Mamãe Paixão que votamos na mesma sala. Mudamos o local no cartório este ano, mas fomos em dias separados, então foi uma bela coincidência.

Chegando na sala com a Maria Alice a mesária, muito gentilmente, perguntou qual dos dois ia votar (a fila tinha umas 10 pessoas) e respondi que ambos. E lá fomos nós furar mais uma fila com a filhota no colo...