quarta-feira, 29 de junho de 2011

Careta


Maria Alice é bastante fotogênica, mas gosta de fazer careta na hora de tirar fotos. O problema é que ela confunde quando falamos "faz um sorriso" e aí flexiona totalmente o rosto, dando o resultado que vocês conseguem ver na foto. Meiga, muito meiga!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Eu uso óculos!


Papai os usa, Mamãe não. Será que Maria Alice vai precisar de óculos também?

Ela tem uma atração especial por eles, já que sempre me viu usando em casa. Desde bebê tenta agarrá-los, tirá-los de mim, e brinca bastante, coloca na Mamãe Paixão, nos seus bonecos, e os deixa jogado por aí. Algumas vezes tive que procurá-los pela casa, e não foram poucos os momentos em que a filhota tentou tirá-los do rosto de amigos (está aí o Fábio Storino que não me deixa mentir).

Na minha infância não usei óculos, só precisei deles quando, no aeroporto, pronto para fazer a primeira viagem de avião da minha vida (para a Inglaterra, onde a família passou um ano com Vovô Vergueiro trabalhando e estudando biblioteconomia na Universidade de Loughbrorough), percebi que já não estava enxergando bem. E como eu tinha vaidade de conseguir ver bem!

De qualquer forma, também nunca reclamei de precisar dos óculos, e até gosto um pouco do ritual de tirá-los para fazer leituras, já que tenho miopia. Um tempo depois, no entanto, passei também a usar lentes de contato por motivos egóicos e práticos. Na primeira "balada" que fui de lentes me senti o homem mais livre do mundo!

Maria Alice, eu diria (sem lembrar nada das aulas de genética na EE Brasílio Machado), tem 50% de chances de precisar deles. Vamos ver. Tenho certeza que não vai se incomodar se assim acontecer, ainda mais tendo os óculos atualmente se incorporado no dia-a-dia como parte do estilo de cada um. E o que não falta na filhota é personalidade para isso!

Ah, uma novidade sobre Maria Alice: ela é destra. Aaaahhhhhhhhhhhhhhh!

terça-feira, 21 de junho de 2011

Em nome do Pai


Já comecei a doutrinação religiosa de Maria Alice, ensinando-a a rezar durante uma sessão de músicas do Padre Marcelo.

Brincadeirinha, gente! :)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Medindo a temperatura


Faz um tempo já que  não precisamos levar Maria Alice no hospital. Isso é bom. Mas faz um bom tempo também que ela está constipada, e vivemos com lenços de papel à mão, o que é ruim.

Ainda não me conformei, socialmente falando, com a necessidade de ter um bom plano de saúde para acessar as melhores instituições. É tudo muito caro e excludente! Tenho andado relativamente angustiado com isso, e pesquisando também valores de alternativas melhores para as que temos hoje para a Maria Alice (um plano pago por nós e outro pela ONG onde atuo, ambos na média).

Minha preocupação maior é com as internações. Se em uma eventualidade precisarmos internar a filhota, não me sinto no momento confortável com as alternativas existentes, e tenho um medo terrível de hospitais, seja para mim ou para os meus familiares. Apesar da Maria Alice ter nascido no Santa Helena, da Unimed, e quase tudo ter transcorrido bem (menos a longa espera de Mamãe Paixão para ter um quarto) e mesmo com a provável chance da sua futura irmã ou irmão também nascer por lá, ainda acho que poderia ser melhor. Agora é tarde, infelizmente, e mesmo sabendo disso não estávamos em condições de mudar de plano antes da nova gravidez.

O curioso é que cresci na dependência exclusiva de hospitais públicos,  e só aos 25 anos passei a recorrer ao sistema privado. Hoje, infelizmente, não me vejo prescindindo deles!

Bem, vamos lá. O melhor é torcer para que tudo dê certo, ficar vigilante e aproveitar as oportunidades, caso elas apareçam. Se Maria Alice e o "júnior" derem a sorte do Papai, nunca precisarão ser internados. Oxalá!

terça-feira, 14 de junho de 2011

GPS


Se tem algo que provavelmente não poderei deixar de fazer é trocar o carro. Nosso Clio Renault velho de guerra, ano 2000, que está na família há pouco mais de três anos sem quase dar problema algum (eu não cuido bem do pobrezinho, mas faço boa e periódica manutenção pelo menos), dificilmente vai suportar um segundo bebê.

Nunca fui muito chegado em dirigir e, particularmente, odeio ficar parado em trânsito - fico nervoso. Por isso também não compartilho muito da famosa paixão brasileira por automóveis, e não faço questão de ter carro novo ou mais moderno. Valor de revenda também não é algo levado em conta, já que carro não é investimento. Tudo o que peço é conforto, nada mais.

Para nós, por exemplo, se realmente trocarmos o carro, o novo terá que ter espaço suficiente para as duas cadeirinhas, para as malas, eventuais carrinhos e, sempre que necessário, convidados. Não dá para ser um Fusca, ou o bom e confiável Uno que dirigi por vários anos.

Como o dinheiro na família está curto, também não poderemos dar grandes saltos e nem ficar com dívidas que pressionem muito o orçamento, então provavelmente partiremos para uma opção simples, de um carro um pouco maior que o Clio apenas.

Mas essa é uma decisão que provavelmente tomaremos apenas próximo do nascimento do novo bebê. Até lá, Maria Alice ainda vai "dirigir" bastante o seu carrinho, vai colocar o rádio quebrado para tocar,  e querer sair por aí como vê seus pais fazerem

sábado, 11 de junho de 2011

Come tudo! Mas não mama...


Faltando pouco mais de dois meses para completar seu segundo ano de vida, Maria Alice finalmente "largou o peito".

Não por sua vontade própria, é bem verdade, mas como resultado do esforço e dedicação de Mamãe Paixão (e com a bela ajuda de uma tal "aborrecida"), que em alguns dias conseguiu fazer a filhota esquecer o hábito que tinha de mamar para qualquer coisa: quando ficava triste, quando estava cansada, quando queria dormir, no meio da noite, ao acordar, etc.

Confesso que o processo de "desmamá-la" foi muito mais fácil do que esperado. No começo Maria Alice ainda pedia leite, mas como sua necessidade já não era alimentar há muito tempo, em poucos dias esqueceu completamente de mamar. E os efeitos disso na nossa vida?

- Dorme melhor (a noite toda, finalmente!), brinca melhor, até faz birra melhor, já que não tem mais o peito para recorrer.

Entendo o argumento de todas as amigas e mães blogueiras que acompanham essa página e sugeriram, quando da primeira notícia de que iríamos desmamar a Maria Alice, que podíamos continuar que não faria mal, mesmo Mamãe Paixão estando grávida. No nosso caso, porém, eu acho que era menos um problema de Mamãe compartilhar seus nutrientes com dois bebês e mais a necessidade de fazer Maria Alice passar para uma nova etapa em sua vida, mais solta e independente. Felizmente, conseguimos!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Questão de gênero

 

Menino ou menina?

Não tenho dúvidas: se pudesse escolher, a chegada de um menino seria a opção.

Também não tenho dúvidas: venha menino ou menina, o futuro bebê será amado igualmente.

Mas o fato de ser menino resolveria duas questões práticas para esse pai babão: atenderia a uma necessidade egoística (ter um filho varão que se inspire em você) e  fechava o casal com uma criança de cada sexo, deixando a família completa.

Mamãe Paixão já sabe que se dependesse de mim vinham três, quatro, cinco filhos... não é o que vai acontecer, e a família não deve aumentar depois (há que se manter os pés no chão), então só me resta torcer um pouquinho agora.

Vamos lá, faltam uns dois ou três meses para o exame revelar o sexo do bebê. Como em qualquer gestação, hora de fazer apostas!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Economia de Escala


Uma vez que já passamos pelo processo de organizar a casa para o nascimento da Maria Alice, estamos muito mais tranquilos com a vinda um irmãozinho ou irmãzinha para ela. De todos os ítens que os pais têm que comprar antecipadamente, por exemplo, já contamos com aqueles que talvez são os mais importantes:

- Berço;
- Banheira;
- Carrinho;
- Bebê conforto.

Isso faz com que, em um primeiro momento, a vinda de uma nova criança não cause grandes variações no orçamento familiar, sendo esse naturalmente um impacto bem de curso prazo, pois logo já temos que comprar fraldas e, principalmente, investir em berçário e escola.

Talvez precisemos também de um armário maior, já que Maria Alice tem apenas uma cômoda que mal comporta suas roupas. E se Mamãe Paixão estiver esperando uma menina, muitas das roupas que ficaram da filhota poderão ser aproveitadas, facilitando ainda mais a nossa vida.

São apenas algumas observações na preparação dos pais para a chegada de mais uma criança na família. Agora estamos menos preocupados em virtude da experiência adquirida, mas não menos ansiosos para ter esse bebê em mãos.