domingo, 27 de maio de 2012

A mais nova cristã


Essa semana foi tão corrida que batizamos a Tarsila hoje e eu praticamente não avisei antecipadamente a ninguém disso: só os meus pais, os padrinhos - minha irmã Tatiana e meu irmão João Carlos - e minha própria madrinha e seus filhos.

A cerimônia foi bonita e singela e, assim como já havia sido no batizado da Maria Alice, eu corri logo depois da celebração para finalizar a edição do mês de junho do jornal da minha Paróquia.

Tarsila se comportou muito bem, praticamente dormiu o tempo todo, e Maria Alice se mostrou curiosa e um pouco ciumenta com a situação.

São minhas duas pequenas cristãs!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

E a Tatá?


Tarsila completa cinco meses de vida na semana que vem, e e recebeu muito pouca atenção neste blog, principalmente em virtude dos meus contratempos recentes de saúde. Vamos tirar o atraso então!

Com seus lindos e mutantes olhos azuis, Tarsila tem uma personalidade diferente da que tinha Maria Alice, ainda que não tão distante desta. Maria Alice chorava demais e nos obrigava a ficar dando atenção a ela o tempo todo, e Tarsila é mais calma e tem mais momentos de descontração. Com ela, por exemplo, conseguimos ambos almoçar ao mesmo tempo muitas vezes, o que nunca fazíamos quando a primogênita era bebê.

Tarsila mantém seus olhos azuis, mas suspeito que vão mudar de cor em breve. Costumo brincar dizendo que o motivo da cor atual é que na família nós temos "um pé na Casa Grande".

Ela sorri muito e já sabe brincar e tocar teclado. Descobre rápido a sonoridade das coisas, como não poderia deixar de ser considerando que é filha de uma musicoterapeuta e arte-educadora.

Adora sua irmã mais velha. Contempla a Maria Alice com olhos de admiração, e o amor é recompensado com os inúmeros beijos que recebe. É como se as duas mal esperassem crescer para brincar juntas.

No mês que vem vamos começar a adaptação dela no berçário. Aos poucos e com calma, mas em uma perspectiva bem melhor que quando foi com a Maria Alice, que sofreu demais.

Dito tudo isso, o fato é que estamos muito satisfeitos com nossa caçula e com o que ela representa em nossa casa: uma família completa, cheia de amor e feliz! E assim seguimos em frente.

domingo, 13 de maio de 2012

Nossa Mamãe


Se tem uma pessoa especial nessa casa é a Mamãe Paixão. Com toda sua dedicação e carinho, ela conseguiu ter duas filhas que são praticamente a extensão dela, de tão grudadas.

Tarsila, Maria Alice e Mamãe Paixão poderiam ser uma só, que seria a mesma coisa. Não importam que tenham personalidades diferentes, todas enxergam na sua mãe a referência maior e a ela recorrem quando precisam. Mamãe Paixão é o cérebro por trás da família, e a cola que nos mantém juntos.

No Dia das Mães, as meninas foram todas ficar com a Vovó Purcina, o que é bastante justo, por ser ela a progenitora-mor. Eu fui visitar Vovó Vergueiro e logo retornei para casa.

Eu sou um grande "zero", é bem verdade. Não comprei presentes para ninguém e não me esforcei para isso, como já é de hábito. Dia das Mães deveria ser todos os dias aqui em casa, mas eu quase sempre furo com isso também.

Bem, paremos de resmungar. Hoje é o dia dela, da Mamãe Paixão, e é ela que merece todo amor da família. Parabéns, Mamãe!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Duas Semanas


Passaram-se duas semanas da minha operação, e finalmente estou começando a colocar as manguinhas de fora. Já levei Maria Alice no supermercado, fui fazer compras e até uma volta já dei, e semana que vem retorno às aulas no mestrado. Só não vai dar mesmo é para aproveitar a Virada Cultural com as meninas, que pena!

Para quem ficou curioso sobre a minha enfermidade, a operação que fiz foi de hemorroidas. Eram três internas, e o sangramento e meu estado de anemia forçaram uma operação de urgência antes que a situação piorasse.

Interessante ter hemorroidas. Nunca tinha conversado com ninguém sobre isso em nenhum momento social da minha vida, e de repente, por falar francamente sobre isso a quem perguntava, descobri que quase todo mundo já teve ou conhece alguém que sofreu desse mal. Está aí o problema, na sociedade, só não é muito comentado por vergonha.

O pós-operatório foi o mais difícil. A operação em si é tranquila, mas é preciso disposição para aguentar o que vem depois, mesmo que já em casa. Felizmente tomei muita água e muita sopa nesse período, o que ajudou bastante. Aliás, beber água é o que não vai sair mais da rotina agora. Um problema como esse, nunca mais!